segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Impeachment capítulo 3 e início de capítulo 4

Dias the traição. Dias malditos.

Impeachment capítulo 3 e início de capítulo 4:

Mal começou o capítulo 3 - a batalha no judiciário - deu-se início o capítulo 4: a disputa pelas ruas. Os golpistas perderam o primeiro round. Unidos pelo ódio, foram às ruas os grupelhos fascitoides de apoio à ditadura militar se misturando grupos que tem na postura anti-democrática e no ódio a sua marca principal. A manifestação do ódio, moralmente seletiva, contra o país, os brasieliros, a justição social, a distribuição de renda, levou no máximo 90 mil pessoas às ruas neste domingo ensolarado. Travestido e esquenta, mostrou a falta espontaniedade destas manifestações. "Precisamos de mais tempo", disseram seus organizadores. Mas fica a pergunta: se a maioria quer o impeachment e vivemos 'numa ditadura do PT', porque não foram centenas de milhares às ruas? As análises agora vão dar conta disso e batalha nas ruas e nos gabinetes vão continuar. O país vai ficar parado, aguarando o desfecho de uma movimentação ignóbil. Mas 90mil já é muita gente. Se foram 90 mil, centenas de milhares mais apoiam a sandice do impeachment nas rede. O resultado concreto é um só: agora os loucos no congresso vão fechar com o Cunha ainda mais, o único disposto a salvar a oposição da distopia, do desalinhamento com a pauta nacional. Mas fica aí a pergunta: quem financiou a bricadeira dos aloprados anti-democrática que querem anular 54 milhões de votos em quase 100 cidades país afora? Sair das redes para as ruas com bonecos infláveis, balões, carros de sons, seguranças, sistemas sons, faixas enormes não custa "R$10 mil" reais. E onde estava o ensandecido, derrotado mor Aécio Neves? No final, terceirizaram o golpe para Alexandre Frota... vergonha alheia.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Impeachment capítulo 2,5

11/12/2015
Dias de traição. Dias idiotas.

Impeachment capítulo 2,5:

O golpe não sai do lugar pelo impasse criado pelo malcriado do Cunha. Barraco em todos os lados. Agressões nas redes, nas festas e nos salões do congresso. Enquanto todos falam do vinho desperdicado por Kátia Abreu, o mais sério no relato do episódio é o beija-mão ao Temer que ocorreu na festa segundo colunistas sociais. Como se ele já tivesse usurpado o poder. E nas manchetes dos jornalões alinhados com o golpe, parece que já assumiu mesmo: Temer faz isso, Temer ameaça aquilo, Temer pensa isso, tudo revelando um estilo não muito diferente de Cunha, ou seja, querendo ser imperial. O que é narrativa, o que realidade? Como é doce o sonho do poder! Enquanto isso o estadista dos aeroportos, Aécio, só mostra sua pequenês e como encolheu o PSDB com discursos insultantes para a nossa inteligência e para a situação do país. O confronto parece que será cada vez mais decidio nas ruas. As tropas instituídas no congresso e no planalto estão perdidas. Os vendedores de camisetas e 'kits anti-dilma' se preparam para o dia 13.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Impeachment, chegando ao final do capítulo 2

Dias de traição. Dias revoltantes.

Impeachment, chegando ao final do capítulo 2:

Como um escorpião, Cunha não resiste em dar pedaladas na constituição e no regimento da casa, em trair, em armar. Tudo com o apoio conivente e proteção da oposição tucana e demo e outras siglas incoerentes como o PMDB. Com este apoio, a oposição cegada pela fome de poder a qualquer custo abre a era do vale-tudo. E, a cada manobra do Cunha, o 'mercado' comemora a crescente instabilidade no Brasil. A batalha será nas ruas? Ontem, circularam notícias de black blocks infiltrados entre os estudantes no centro de São Paulo. A violência retórica da turma do impeachment e o vandalismo contra nossa constituição começa a vazar para a rua. Dias violentos virão.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Impeachment, capítulo 2

Dias de traição. Dias ignóbeis.

Impeachment, capítulo 2:

Cunha e os golpistas querem fazer tudo às escuras, tudo nas sombras, tudo roubado, no tapetão. Como vem fazendo ao longo deste ano, o presidente da Câmara, eleito pelos golpistas tucanos e Demos, adapta o regimento e a constituição quando o resultado não lhe apetece. Assim mesmo, quando não lhe apetece. É um uso pessoal do cargo público sem limite porque apoiado pelos interesses também sombrios que não ousam sair à luz do dia.
O STF simplesmente disse: Pára tudo.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Impeachment, capítulo 1

Dias de traição. Dias ignóbeis. Mais dias assim virão.

Impeachment, capítulo 1:

Ninguém na rua, mas os corredores estão cheios...

Temos aí um vice presidente que está mais preocupado com 'unificar o PMDB' (atrás do que, não se sabe) de que ajudar o país a superar esta crise pela via democrática. Temer, apesar de sua carta, não é um coitado, e traição se paga com traição, não importa se é da presidente, do PMDB ou dos Tucanos. Só piora a crise e é isso que ele quer, esta é a única conclusão que se pode chegar. PS: unificar o PMDB é uma tarefa inglória e impossível, será mais provavel abrir o Mar Vermelho...