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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Amor aos Pedaços introduz prato de bagaço de cana... importado da China

A rede de doçarias Amor aos Pedaços começou a divulgar hoje um audacioso programa para trocar os pratos de plástico descartáveis usados para servir clientes nas suas 56 lojas por pratos compostáveis feitos de bagaço de cana importados da China.

A pergunta que não quer calar é: porque a empresa teve que importar o produto já que somos líderes mundiais em produção de açúcar e álcool? Além disso, temos tecnologia nacional para produzir os mesmos produtos de resíduos de outros produtos agrícolas como mandioca e até batatas. Empresas como CBpack e Biomater surgiram dentro das universidades brasileiras e começam a despontar no mercado nacional. A primeira, tem apoio do BNDES, a segunda, participação acionária de uma multinacional holandesa.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Os ricos querem pagar mais impostos...

Eu ia postar este comentário na página deste blog sobre jornalismo e política, mas acho que cabe mais aqui, na economia, pois é um debate importante de impostos (de novo!) e ideologia do qual fui alertado por uma matéria no The Observer neste final de semana.

No Brasil, o debate pouco repercutiu, por razões óbvias, mas o registro do articulista do jornal britânico é que a direita está cada vez mais desiludida com a própria ideologia, pois estão vendo que (pasmem!) a autoregulamentação não funciona.

Julian Coman, do The Observer, mostra que políticos, líderes empresariais e jornalistas alinhados com o campo da direita conservadora começam não só a pedir mais controle dos governos, mas também percebem que deve-se começar a pensar num novo sistema de impostos que onere o sistema financeiro internacional e os mais ricos.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Taxar gasolina e transações financeiras em prol de uma economia de baixo carbono?

Parece que meio ambiente e impostos são uma boa combinação. Hoje, em editorial, o New York Times, defendeu a extensão e até o aumento de um imposto sobre combustíveis nos Estados Unidos que deve terminar no dia 30 de setembro de 2011.

Este imposto, parecido com nossa Cide, é de 18 centavos de dólar por galão. O dinheiro é principalmente destinado à manutenção de estradas. Os editorialistas do jornal argumentam que este é apenas um dos benefícios. Os outros são a geração de empregos e o estímulo à demanda por veículos mais eficientes.