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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Amor aos Pedaços introduz prato de bagaço de cana... importado da China
A rede de doçarias Amor aos Pedaços começou a divulgar hoje um audacioso programa para trocar os pratos de plástico descartáveis usados para servir clientes nas suas 56 lojas por pratos compostáveis feitos de bagaço de cana importados da China.
A pergunta que não quer calar é: porque a empresa teve que importar o produto já que somos líderes mundiais em produção de açúcar e álcool? Além disso, temos tecnologia nacional para produzir os mesmos produtos de resíduos de outros produtos agrícolas como mandioca e até batatas. Empresas como CBpack e Biomater surgiram dentro das universidades brasileiras e começam a despontar no mercado nacional. A primeira, tem apoio do BNDES, a segunda, participação acionária de uma multinacional holandesa.
A pergunta que não quer calar é: porque a empresa teve que importar o produto já que somos líderes mundiais em produção de açúcar e álcool? Além disso, temos tecnologia nacional para produzir os mesmos produtos de resíduos de outros produtos agrícolas como mandioca e até batatas. Empresas como CBpack e Biomater surgiram dentro das universidades brasileiras e começam a despontar no mercado nacional. A primeira, tem apoio do BNDES, a segunda, participação acionária de uma multinacional holandesa.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Sobre aeroportos, banheiros e conservação de água
Antecipei ontem que iria escrever sobre água nos banheiros aeroportuários do Brasil. Hoje parece um dia adequado, pois, pela primeira vez na história do país, o governo concluiu a concessão para a construção e o gerenciamento de um aeroporto comercial para a inciativa privada.
Houve grande disputa com um ágio de 228%, segundo O Estado de S.Paulo, pelo direito de explorar o aeroporto de São Gonçalo do Amarante em Natal (RN) principalmente pelas receitas que terão com o grande fluxo de passageiros na Copa em 2014 e no futuro. Todos que precisarão usar banheiros.
Portanto, voltando aos banheiros, o alerta foi dado por uma empresa de engenharia que comissionou um estudo sobre o desperdício de água nos lavatórios e pretende oferecer soluções, pegando carona na Copa 2014. Quando esta pauta me chegou por meio de um release enviado por e-mail achei engraçado, depois, esperto e finalmente, interessante, pois também começa hoje a Semana Mundial da Água em Estocolmo onde gestores públicos, pesquisadores e representantes de empresas vão focar em buscar soluções para os problemas de suprimento nos grandes centros urbanos.
A preocupação é clara, pois caminhamos para ter a maioria da população mundial vivendo em cidades. Conforme havíamos antecipado na edição de março/abril (a primeira) da Revista Sustentabilidade impressa, as discussões serão centradas na busca de soluções técnicas e de gerenciamento.
Segundo o executivo do SIWI, Jens Berggren, que entrevistamos para a edição, para garantir o suprimento de água nos grandes centros é preciso montar um tripé de cooperação entre governos, empresas e sociedade para garantir o acesso a este bem. "Aplicando o conhecimento que temos podemos reduzir em um quinto a mortalidade infantil, ou seja, salvar a vida de 2,2 milhões de crianças por ano", disse Berggren.
Houve grande disputa com um ágio de 228%, segundo O Estado de S.Paulo, pelo direito de explorar o aeroporto de São Gonçalo do Amarante em Natal (RN) principalmente pelas receitas que terão com o grande fluxo de passageiros na Copa em 2014 e no futuro. Todos que precisarão usar banheiros.
Portanto, voltando aos banheiros, o alerta foi dado por uma empresa de engenharia que comissionou um estudo sobre o desperdício de água nos lavatórios e pretende oferecer soluções, pegando carona na Copa 2014. Quando esta pauta me chegou por meio de um release enviado por e-mail achei engraçado, depois, esperto e finalmente, interessante, pois também começa hoje a Semana Mundial da Água em Estocolmo onde gestores públicos, pesquisadores e representantes de empresas vão focar em buscar soluções para os problemas de suprimento nos grandes centros urbanos.
A preocupação é clara, pois caminhamos para ter a maioria da população mundial vivendo em cidades. Conforme havíamos antecipado na edição de março/abril (a primeira) da Revista Sustentabilidade impressa, as discussões serão centradas na busca de soluções técnicas e de gerenciamento.
Segundo o executivo do SIWI, Jens Berggren, que entrevistamos para a edição, para garantir o suprimento de água nos grandes centros é preciso montar um tripé de cooperação entre governos, empresas e sociedade para garantir o acesso a este bem. "Aplicando o conhecimento que temos podemos reduzir em um quinto a mortalidade infantil, ou seja, salvar a vida de 2,2 milhões de crianças por ano", disse Berggren.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Pequenas coisas do dia
Primeiro: o governo federal vem falando recentemente sobre promoção de inovação. O programa Brasil Maior é parte disso, com a maior aproximação entre o setor acadêmico e o empresarial. No início do ano, o ministro Aloízio Mercadante, anunciou medidas para facilitar a importação equipamentos para pesquisas por meio de incentivos fiscais. Numa troca de ideias ontem, surgiu uma proposta interessante: porque as empresas brasileiras não se juntam com alguma entidade de pesquisa e formam um instituto para desenvolver aqui estes equipamentos de precisão? IPT, Coppe e FDTE são possíveis candidatos e as empresas inovadoras poderiam contratar seus serviços.
Segundo: sugiro leitura do editorial do New York Times de hoje sobre os protestos no Reino Unido (em inglês): Wrong Answers in Britain
Terceiro: Produção literária no Twitter vira alvo de estudos de alunos de graduação. Estudo mostra como a rede social está permitindo novos escritores a encarar a dura tarefa de produzir literatura, mesmo limitado a 140 caractéres.
Segundo: sugiro leitura do editorial do New York Times de hoje sobre os protestos no Reino Unido (em inglês): Wrong Answers in Britain
Terceiro: Produção literária no Twitter vira alvo de estudos de alunos de graduação. Estudo mostra como a rede social está permitindo novos escritores a encarar a dura tarefa de produzir literatura, mesmo limitado a 140 caractéres.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
O Brasil é o coelho na corrida pelos biocombustíveis?
Estamos numa corrida mundial pela energia limpa. Só não percebe quem não quer. O Brasil está na frente por enquanto, por causa do etanol, mas se não tomar cuidado vai ser passado por outros países que há muito começaram a avançar na tecnologia.
Nos vangloriávamos de ter 25% de etanol na gasolina, de carros movidos à álcool, de nossa alta produtividade na cana de açúcar. Mas os recentes movimentos dos mercados interno e externo mostraram o quanto é frágil esta nossa liderança.
Nos vangloriávamos de ter 25% de etanol na gasolina, de carros movidos à álcool, de nossa alta produtividade na cana de açúcar. Mas os recentes movimentos dos mercados interno e externo mostraram o quanto é frágil esta nossa liderança.
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(Em tempo: publico link para entrevista feita pelo jornalista Cesar Baima com o diretor científico da Fapesp Carlos Henrique Cruz sobre o assunto)
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