Nos vangloriávamos de ter 25% de etanol na gasolina, de carros movidos à álcool, de nossa alta produtividade na cana de açúcar. Mas os recentes movimentos dos mercados interno e externo mostraram o quanto é frágil esta nossa liderança.
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(Em tempo: publico link para entrevista feita pelo jornalista Cesar Baima com o diretor científico da Fapesp Carlos Henrique Cruz sobre o assunto)
